segunda-feira, 5 de setembro de 2011

MEMÓRIA CURTA... OU ESPECIALISTAS EM VISTAS CURTAS...


Não há dia nenhum que, quer nas Televisões, quer nas Rádios deste País, muitos dos seus ouvintes, em programas de opinião, não verberem negativamente a actuação do Governo, no que respeita aos sacrifícios que todos nós temos que fazer, para levar a bom termo o pagamento da divida de vários biliões de Euros, que o irresponsável Partido Socialista, deixou ao País, quando cessou funções.  

Na generalidade estes comentadores ad hoc falam de improviso, alguns denotando uma falta de civismo e de educação política que confrange, tecendo as maiores aleivosias contra o actual Governo, porque já estão a sentir na pele os males que o partido de Sócrates nos legou. Tem a memória muito curta ou são mesmo especialistas em vistas curtas... esquecendo que não é a este governo que devem ser assacadas culpas, mas sim a quem nos codilhou brutalmente não só com falsas promessas mas ainda nos enganou a nós portugueses, nas contas do Estado, mentindo descaradamente com afirmações de que tudo estava bem, não sendo necessário recorrer a empréstimos de salvação ao estrangeiro, acabando por pedir de mãos postas ao FMI, à CEE e ao Banco Europeu, que nos acudisse para não irmos para a bancarrota. 

Esquecem-se esses espectadores de mal dizer e ouvintes de mau viver, que se não fosse a estupidez crassa de um Sócrates, as suas infames mentiras e a sua apetência para errar e para nos enganar, estaríamos com toda a certeza em circunstâncias bem melhores entre as nações europeias, não sendo necessário recorrer à agiotagem internacional para não soçobrarmos e termos o direito de viver, mesmo modestamente, mas sem dividas e uma vida melhor.  

Claro que não são estes "comentadores ad hoc" os verdadeiros culpados da situação vexatória que não nos apraz ouvir, mas os "fazedores" destes programas que vivem das audiências, demonstrando assim pouco interesse pela opinião dos que tem responsabilidades da governação, não os ouvindo, ou não ouvindo dos principais intérpretes do Poder as razões porque são tomadas estas ou aquelas regras que causam à maioria do Povo Português angústia e mal-estar. Se não fosse a má orientação e má administração que o Governo do Partido Socialista fez, em pouco mais de cinco anos, nada destas nefastas atitudes seriam necessárias e não estaríamos nas péssimas circunstâncias em que nos lançou.  

Quanto a nós, só há um responsável que ainda não foi chamado à justiça para prestar contas: Sócrates e o seu Governo.  

Só quem tem memória curta é que pode pensar o contrário.  

José de Viseu

domingo, 4 de setembro de 2011

Japão - Flosofia de Vida...


Impressionante... 


A matemática da vida em Fukushima Há no Japão um grupo de 200 aposentados, em sua maioria engenheiros, que se oferece para substituir trabalhadores mais jovens num perigoso trabalho: a manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afectada pelo grande terramoto de três meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioactividade cancerígena. Em entrevista à BBC, o voluntário Yasuteru Yamada, que tem 72 anos e negocia com o reticente governo japonês e a companhia, usa uma lógica tão simples quanto assombrosa. "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para surgir. Logo, nós que somos mais velhos temos menos risco de desenvolver câncer", afirma Yamada. É arrepiante. Na contramão do individualismo actual - e lidando de uma maneira absolutamente realista em relação à vida e à morte -, sexagenários e septuagenários querem dar uma última contribuição: ser úteis em seus últimos anos e permitir que alguns jovens possam chegar às idades deles com saúde e disposição semelhantes. O que mais impressiona em toda a história é a matemática da vida. A morte não é para eles um problema a ser solucionado - ou talvez corrigido, pela hipótese mística da vida eterna que medicina e biologia tentam encapar e da qual as revistas de boa saúde tentam nos convencer; a morte é, de fato, a constante da equação. Nada que o mundo ocidental não conheça. O filósofo alemão Georg Friedrich Hegel (1770-1831) certa vez definiu "mestre" como alguém desapegado da vida a ponto de enfrentar a morte, enquanto "servo" seria um escravo do desejo de continuar vivo - e que obedeceria mais às regras que lhe garantissem a sobrevida. Em consequência, o servo anula sua vontade de transformar o mundo e a si mesmo. Criados numa sociedade de consumo, corremos o risco de levar essa escravidão às últimas, defendendo a boa saúde e os confortos com muito mais afinco do que aquilo que podemos fazer por nós e pelos outros enquanto ainda gozamos dela. Os senhores do Japão ensinam que a morte é a hora em que podemos continuar a existir na memória das pessoas - uma oportunidade que, para mim, eles não perdem mais. 

Nota; Que altruística forma de pensar e ver a vida, que, ao sacrificarem a sua em prol das dos outros, jamais serão esquecidos da memoria dos mais novos! 
Louvável!

Faça-se mesmo luz.....

Lei 2105 do ano de 1960 

Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês. 

Corria o ano de 1960 quando foi publicada no “Diário do Governo” de 6 de Junho a Lei 2105, com a assinatura de Américo Tomaz, Presidente da República e do Presidente do Conselho de Ministros, Oliveira Salazar. 

Conforme nos descreve Pedro Jorge de Castro no seu livro “Salazar e os milionários”, publicado pela Quetzal em 2009, essa lei destinou-se a disciplinar e moralizar as remunerações recebidas pelos gestores do Estado, fosse em que tipo de estabelecimentos fosse. Eram abrangidos os organismos estatais, as empresas concessionárias de serviços públicos onde o Estado tivesse participação accionista, ou ainda aquelas que usufruíssem de financiamentos públicos ou “que explorassem actividades em regime de exclusivo”. Não escapava nada onde houvesse, directa ou indirectamente, investimento do dinheiro dos contribuintes. 

E que dizia, em resumo, a Lei 2105? 

Dizia que ninguém que ocupasse esses lugares de responsabilidade pública podia ganhar mais do que um Ministro. 

A publicação desta lei altamente moralizadora ocorreu no Estado Novo de Salazar, vai, dentro de 2 meses, fazer 50 anos. Catorze anos depois desta lei “fascista”, em 13 de Setembro de 1974, o Governo de Vasco Gonçalves, recém-saído do 25 de Abril, pegou na Lei 2105 e, através do Decreto Lei 446/74, limitou os vencimentos dos gestores públicos e semi-públicos ao salário máximo de 1,5 vezes o vencimento de um Secretário de Estado. 

Hoje, ao lermos esta legislação, dá a impressão que se mudou, não de país, mas de planeta, porque isto era no tempo do “fascismo” (Lei 2105) ou do “comunismo” (Dec. Lei 446/74). 

Agora, é tudo muito melhor, sobretudo para os reis da fartazana que são os gestores do Estado dos nossos dias. 

Não admira, porque mudando-se os tempos, mudam-se as vontades, e onde o sector do Estado pesava 17% do PIB no auge da guerra colonial, com todas as suas brutais despesas, pesa agora 50%. E, como todos sabemos, é preciso gente muito competente e soberanamente bem paga para gerir os nossos dinheirinhos. 

Tão bem paga é essa gente que o homem que preside aos destinos da TAP, Fernando Pinto, que é o campeão dos salários de empresas públicas em Portugal (se fosse no Brasil, de onde veio, o problema não era nosso) ganha a monstruosidade de 420.000 €/mês, um ”pouco” mais que Henrique Granadeiro, o presidente da PT, o qual aufere a módica quantia de 365.000 €/mês. Aliás, estes dois são apenas o topo de uma imensa corte de gente que come e dorme à sombra do orçamento e do sacrifício dos contribuintes, como se pode ver pela lista divulgada recentemente por um jornal semanário, onde vêm nomes sonantes da nossa praça, dignos representantes do despautério e da pouca vergonha a que chegou a vida pública portuguesa. 

Entretanto, para poupar uns 400 milhões nas deficitárias contas do Estado, o governo não hesita em cortar benefícios fiscais a pessoas que ganham por mês um centésimo, ou mesmo 200 e 300 vezes menos que os homens (porque, curiosamente, são todos homens…) da lista dourada que o “Sol” deu à luz há pouco tempo. Curioso é também comparar estes valores salariais com os que vemos pagar a personalidades mundiais como o Presidente e o Vice-presidente dos EUA, os Presidentes da França, da Rússia etc... 

Acabemos de vez com este desbragamento, este verdadeiro insulto à dignidade de quem trabalha para conseguir atingir a meta de pagar as contas no fim do mês. Não é preciso muito, nem sequer é preciso ir tão longe como o DL 446 de Vasco Gonçalves, Silva Lopes e Rui Vilar; basta ressuscitar a velhinha, mas pelos vistos revolucionária Lei 2105, assinada há 50 anos por Oliveira Salazar. 

Vasco Garcia 

Professor Catedrático 

KADDAFI - E ESTA?


SERÁ VERDADE? O EMBAIXO, EXPLICA MUITA COISA…

O que os media não vão mostrar sobre Kadaffi… 

Os media não o vão mostrar, porque:

KADDAFI, SEJA O HOMEM BIZARRO QUE FOR, NÃO IMPEDIU A ONU DE CONSTATAR QUE EM 2007 A LÍBIA TINHA: 

1 - Maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da África (até hoje é maior que o do Brasil)! 
2 - Ensino gratuito até a Universidade!
3 - 10% dos alunos universitários a estudar na Europa, EUA, tudo pago!
4 - Ao casar, o casal recebe até 50.000 US$ para adquirir seus bens!
5 - Sistema médico gratuito, rivalizando com os europeus. Equipamentos de última geração, etc. (!)
6 - Empréstimos pelo banco estatal sem juros!
7 - Inaugurado em 2007, maior sistema de irrigação do mundo, vem tornando o deserto (95% da Líbia), em fazendas produtoras de alimentos!
E assim vai: 

II - PORQUÊ ENTÃO DESTRONAR A LÍBIA?! 

São três (3) os principais motivos:

1 - Tomar o seu petróleo de boa qualidade e com volume superior a 45 bilhões de barris em reservas… (?!)
2 - Fazer com que todo mar Mediterrâneo fique sob controlo da NATO. Só falta agora a Síria (!?)
3 - E o maior... provavelmente:
O Banco Central Líbio não está atrelado ao sistema mundial Financeiro (!?) 
As suas reservas são toneladas de ouro, dando suporte ao valor da moeda, o dinar, e desatrelando-a das flutuações do dólar!

Mas o sistema financeiro internacional ficou possesso com Kaddafi, quando ele propôs, e quase conseguiu, que os países africanos formassem uma moeda única desligada do dólar. 

Aí, entornou-se o caldo, agora é o que se vê!


Nota minha. Sem mais amigos, o mundo está nas mãos de meia dúzia de famílias ricas com incidência nas americanas. Quem não ouviu falar ainda da NEW WORLD ORDER GOVERNAMENT?

"PURA DESTRUIÇÃO DO HOMEM PELA MÃO DO HOMEM"