quarta-feira, 20 de julho de 2011

Contraste! O peso da verdade...


NÃO DEIXEM DE LER ATÉ O FIM...

O seguinte artigo publicado em Espanha, em 2008, foi escrito por um não-judeu.
Nunca veremos este género de artigo na nossa imprensa. Ele ofenderia muitas pessoas. Foi escrito pelo escritor espanhol Sebastian Vilar Rodriguez e publicado num jornal espanhol, em 15 de Janeiro de 2008.
Não é preciso muita imaginação para extrapolar a mensagem ao resto da Europa e possivelmente ao resto do mundo.

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ 

Por Sebastian Vilar Rodriguez

Desci uma rua em Barcelona, e descobri repentinamente uma verdade terrível. A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de muçulmanos.
Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.

Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comércio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimamos.


E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas, num terceiro mundo, afogando-as em sujeira e crime.

Fechados nos seus apartamentos, eles recebem, gratuitamente, do governo, eles planejam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.

E assim, na nossa miséria, trocamos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa, por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

Trocamos a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

Que terrível erro cometido pela miserável Europa!

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilhão e duzentos milhões ou seja 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

Literatura
1988 Najib Mahfooz
Paz
1978 Mohamed Anwar El-Sadat
1990 Elias James Corey
1994 Yaser Arafat
1999 Ahmed Zewai

Economia
(ninguém)

Física
(ninguém)

Medicina
1960 Peter Brian Medawar
1998 Ferid Mourad

TOTAL: 7 (sete)

O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14, 000 000, isto é catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel: 

Literatura
1910 - Paul Heyse
1927 - Henri Bergson
1958 - Boris Pasternak
1966 - Shmuel Yosef Agnon
1966 - Nelly Sachs
1976 - Saul Bellow
1978 - Isaac Bashevis Singer
1981 - Elias Canetti
1987 - Joseph Brodsky
1991 - Nadine Gordimer World

Paz
1911 - Alfred Fried
1911 - Tobias Michael Carel Asser
1968 - Rene Cassin
1973 - Henry Kissinger
1978 - Menachem Begin
1986 - Elie Wiesel
1994 - Shimon Peres
1994 - Yitzhak Rabin

Física
1905 - Adolph Von Baeyer
1906 - Henri Moissan
1907 - Albert Abraham Michelson
1908 - Gabriel Lippmann
1910 - Otto Wallach
1915 - Richard Willstaetter
1918 - Fritz Haber
1921 - Albert Einstein
1922 - Niels Bohr
1925 - James Franck
1925 - Gustav Hertz
1943 - Gustav Stern
1943 - George Charles de Hevesy
1944 - Isidor Issac Rabi
1952 - Felix Bloch
1954 - Max Born
1958 - Igor Tamm
1959 - Emilio Segre
1960 - Donald A. Glaser
1961 - Robert Hofstadter
1961 - Melvin Calvin
1962 - Lev Davidovich Landau
1962 - Max Ferdinand Perutz
1965 - Richard Phillips Feynman
1965 - Julian Schwinger
1969 - Murray Gell-Mann
1971 - Dennis Gabor
1972 - William Howard Stein
1973 - Brian David Josephson
1975 - Benjamin Mottleson
1976 - Burton Richter
1977 - Ilya Prigogine
1978 - Arno Allan Penzias
1978 - Peter L Kapitza
1979 - Stephen Weinberg
1979 - Sheldon Glashow
1979 - Herbert Charles Brown
1980 - Paul Berg
1980 - Walter Gilbert
1981 - Roald Hoffmann
1982 - Aaron Klug
1985 - Albert A. Hauptman
1985 - Jerome Karle
1986 - Dudley R. Herschbach
1988 - Robert Huber
1988 - Leon Lederman
1988 - Melvin Schwartz
1988 - Jack Steinberger
1989 - Sidney Altman
1990 - Jerome Friedman
1992 - Rudolph Marcus
1995 - Martin Perl
2000 - Alan J.. Heeger

Economia
1970 - Paul Anthony Samuelson
1971 - Simon Kuznets
1972 - Kenneth Joseph Arrow
1975 - Leonid Kantorovich
1976 - Milton Friedman
1978 - Herbert A. Simon
1980 - Lawrence Robert Klein
1985 - Franco Modigliani
1987 - Robert M. Solow
1990 - Harry Markowitz
1990 - Merton Miller
1992 - Gary Becker
1993 - Robert Fogel

Medicina
1908 - Elie Metchnikoff
1908 - Paul Erlich
1914 - Robert Barany
1922 - Otto Meyerhof
1930 - Karl Landsteiner
1931 - Otto Warburg
1936 - Otto Loewi
1944 - Joseph Erlanger
1944 - Herbert Spencer Gasser
1945 - Ernst Boris Chain
1946 - Hermann Joseph Muller
1950 - Tadeus Reichstein
1952 - Selman Abraham Waksman
1953 - Hans Krebs
1953 - Fritz Albert Lipmann
1958 - Joshua Lederberg
1959 - Arthur Kornberg
1964 - Konrad Bloch
1965 - Francois Jacob
1965 - Andre Lwoff
1967 - George Wald
1968 - Marshall W. Nirenberg
1969 - Salvador Luria
1970 - Julius Axelrod
1970 - Sir Bernard Katz
1972 - Gerald Maurice Edelman
1975 - Howard Martin Temin
1976 - Baruch S. Blumberg
1977 - Roselyn Sussman Yalow
1978 - Daniel Nathans
1980 - Baruj Benacerraf
1984 - Cesar Milstein
1985 - Michael Stuart Brown
1985 - Joseph L. Goldstein
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini]
1988 - Gertrude Elion
1989 - Harold Varmus
1991 - Erwin Neher
1991 - Bert Sakmann
1993 - Richard J. Roberts
1993 - Phillip Sharp
1994 - Alfred Gilman
1995 - Edward B. Lewis
1996- Lu RoseIacovino

TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)

Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.
Os judeus não tomam aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.
Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.
Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis. Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas.
Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.
Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:
"Se os árabes depusessem hoje as suas armas não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas não haveria mais Israel." (Benjamin Netanyahu)
Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazista, mandou que as pessoas ao visitarem esses campos de morte; tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos. Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:

"Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu."

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.
Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.
O conteúdo deste email está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.

Agora, mais do que nunca, com o Iran entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso. É intento deste email que chegue a 400 milhões de pessoas. Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribui-lo pelo mundo.
Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga . NUNCA ACONTECEU , porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos!?

Nota minha: Este email é mais do que merecedor, de um ‘post’ neste blogue, sem porém deixar de lembrar que todo o sucesso destes grandes homens judeus foi conseguido com os que escaparam ao extermínio do Socialismo Alemão.
Anos atrás um judeu aqui no Canadá disse-me que Portugal não tem singrado político e economicamente pelo facto deste ter expulsado os judeus de lá… (Portugal)
Ponderem nisso porque, quanto a mim faz muito senso, porque as descobertas portuguesas foram feitas com muitos judeus sefarditas no comando das naus, entre outros grandes feitos.

    

segunda-feira, 18 de julho de 2011

USA Não é portugal

O Presidente dos Estados Unidos Barack Obama, afirmou perante um auditório, creio que do seu partido, que a economia do país estava firme e que os USA não são PORTUGAL.

Efectivamente assim é. Das poucas verdades que os políticos norte-americanos dizem, uma vez por outra vão dizendo as Verdades. Portugal pela sua dimensão, não tem comparação com os Estados Unidos da América, assim como os Estados Unidos não se podem comparar em História, com o nosso País. Gostaria de lembrar aqui que Portugal teve a sua origem numa zanga entre Afonso Henriques e sua Mãe, que originou a sua disposição de separar o território, do país que então a progenitora governava e que tornou possível não só a sua independência, como o início de uma Nação que todos amamos apesar da sua pequena dimensão. E não só. Portugal através dos Séculos foi-se tornando numa grande Nação, espalhando-se pelo Mundo, dando o Conhecimento, se outras qualidades não houvesse, a outros povos, normalmente pela palavra mais do que pela espada. Os Estados Unidos formaram-se como nação, pela conquista devastadora e exterminadora de povos, com uma civilização que em muitos aspectos era muito mais benevolente e sadia com os seus inimigos, do que os bandoleiros europeus, ingleses, irlandeses, franceses, islandeses e finlandeses, que para ali fugiram, da injustiça, da fome e das graves punições que então eram efectuados como prática corrente nos referidos estados, então dominados por reis e senhores cruéis e sádicos. Claro que entre os refugiados havia boa gente, mas a grande maioria seriam criminosos que continuaram as suas práticas genocidas, matando índios e negros. 

Não me conformando com o facto de Obama se referir a Portugal como se tratasse de um País sem Rei nem Roque, o que foi uma verdade no tempo em que os socialistas transformaram Portugal numa farsa económica, aqui deixo o meu reparo e desgosto, não só pelas dificuldades que atravessamos e que o Sr. Obama pelos vistos não quer compreender, como pelo desprezo em que coloca todo um Povo merecedor de maior compreensão e que se libertou do domínio dos povos sob sua jurisdição, com uma descolonização libertadora, sem exterminar esses Povos, como fizeram os seus antepassados europeus americanizados.

Mas é assim. Eu diria tal como o Marquês de Maricá: «O homem fala, o sábio cala, o tolo discute...». Claro que não é o caso do Sr. Obama...

José de Viseu

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Carta à Academia de Ciências de Lisboa sobre o Acordo Ortográfico "


Esta carta tem a minha total e entusiástica aprovação. Miguel Torga escreveu um dia que Portugal se tornou no cemitério da própria língua. E em face dos atropelos que todos os dias se ouvem e lêem nos meios de comunicação - e até no Parlamento! - Eu direi que o Português é uma língua em vias de extinção. 
Albino Alves.


Carta à Academia de Ciências de Lisboa sobre o Acordo Ortográfico. 
Repassando...

"Excelentíssimo Senhor Professor Doutor Adriano Moreira;
Ilustríssimo Presidente da Academia das Ciências de Lisboa: A muita consideração que tenho por Vossa Excelência é nesta circunstância um embaraço pois o problema que lhe trago, não sendo da directa responsabilidade de Vossa Excelência, é da responsabilidade dessa Academia e merece a minha, de mero cidadão, mais severa reprovação. Nunca poderei, asseguro, compreender como a Academia das Ciências de Lisboa, a que representa o nosso país ao mais alto nível Académico, pode ter consentido e muito menos apoiado que a ortografia corrente, em Portugal e nos seis países que adoptaram o Português como língua oficial, fosse alterada para satisfazer o que quer que fosse, menos aortografia já fixada na sua prática escrita. As línguas evoluem, não precisam de empurrões extemporâneos que as desfigurem. Permita-me recordar que, por volta de 1980/90, em Moçambique esteve em marcha uma campanha -“Não deixemos estragar a nossa língua”- que foi, directa ou indirectamente, motivo de uma Tese apresentada, em França, por um cidadão francês. A reforçar, em relação ao Novo Acordo Ortográfico, na minha mais viva indignação está a pobreza de argumentos apresentados na inqualificável (foi a minha e a opinião geral de quem poderia exibir adequados graus académicos) Oração de Sapiência proferida, há anos, na Escola Naval pelo Senhor Professor Doutor Malaca Casteleiro, a quem anos antes informara (sem saber que lhe estava a dar uma novidade!) que tinha sido graças à Espanha que o til não desaparecera dos computadores – o E com um ~ por cima na sua presidência da U.E... A razão desta carta acaba, no entanto, por resultar, em primeira mão, do facto de, cada vez mais acentuadamente, as traduções feitas para Português revelarem, para além de uma preocupante ausência de cultura geral dos tradutores, uma clara ausência do domínio básico da nossa Língua. Isto é sobretudo patente em livros de viagem e, muito pior, em livros para crianças. A razão que no entanto despoletou esta adiada intenção foi o artigo abaixo, da autoria de Nuno Gomes dos Santos (que desconheço) que complementa outro, oriundo do Brasil, a propósito do pseudo neologismo - “Presidenta” - que já foi ouvido na nossa estimável Assembleia da República. Sobretudo a tragédia que é tolerarmos à exaustão, até à mais inerte habituação, o absolutamente intolerável. E admirarmo-nos do que nos vai acontecendo! Deixo à atenção de Vossa Excelência as minhas reflexões, preocupações e indignações, esperando que a sua inteligência, sabedoria e patriotismo (talvez também alguma indulgência) faça o que eu não sei fazer melhor do que estou a fazer.

Com os melhores cumprimentos

Rui Manuel Ramalho Ortigão Neves"

PS: Tomei a liberdade de repassar Bcc este apelo que lhe faço.

"Eu repasso esta "aula de português" mas faço-o de uma forma efectiva e não efetiva, dado o afecto (e não afeto) que tenho à língua portuguesa, porque actuo (e não atuo) de forma a respeitá-la. E repasso depois de a ter recebido, ou recepcionado (e não rececionado) de bom grado, porque tudo o que seja defender activamente (e não ativamente) o português me é grato. De resto, fico estupefacto (palpita-me que esta palavra prossiga assim escrita) com a maneira que, objectivamente (e não objetivamente) me querem obrigar a tratar a língua, que falo e escrevo, de forma abjecta (e não abjeta) que, penso, tem por objectivo (e não objetivo) fazer valer o "brasileirês" em detrimento do português, que é uma língua que, na verdadeira acepção da palavra (e não na aceção da dita) deriva do latim e não dos maus tratos "pálópes" (Portugal incluído nessa tribo) que lhe foram fazendo. Eu, de fato (e de facto), sou o mesmo que vestido de ganga, mas a farpela que se usa reflecte (não reflete) o gosto ou a necessidade de cada um e não me obriga, a não ser à força, a praticar acções (e não ações) lesivas de um português que já os media (e não mídia), vão praticando, salvo raras excepções (e não exceções), ou será que a letrinha pê se mantém aqui porque os brasileiros a pronunciam?). 


PS (será que, por extenso, terei de escrever posde squeripetum?): tchau (atenção, italianos! Os brasileiros ignoram o que é ciao!) e até ao futuro próximo, quando a minha língua for, apenas, retrospetiva. Sem cê.
Nuno Gomes dos Santos

"A vida é aquilo que acontece enquanto tu estás a fazer outros planos" - Jonh Lennon.

A PRESIDENTA FOI ESTUDANTA? Uma belíssima aula de português, foi elaborado para acabar de vez com toda e qualquer dúvida se tem presidente ou presidenta. Será que está certo? Acho interessante para acabar com a polêmica de "Presidente ou PRESIDENTA. "Existe a palavra: PRESIDENTA? Que tal colocarmos um "BASTA" no assunto? /MIRIAM RITA MORO MINE - UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANá. /No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante... Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionarem à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", independentemente do sexo que tenha. Diz-se: capela ardente, e não capela "ARDENTA"; se diz estudante, e não "ESTUDANTA"; se diz adolescente, e não "ADOLESCENTA"; se diz paciente, e não "pacienta". Um bom exemplo do erro grosseiro seria: "A candidata a /PRESIDENTA/ se comporta como uma /ADOLESCENTA/ pouco /PACIENTA/ que imagina ter virado /ELEGANTA/ para tentar ser nomeada /REPRESENTANTA/. Esperamos vê-la algum dia /SORRIDENTA/ numa capela /ARDENTA/, pois esta /DIRIGENTA/ política, dentre tantas outras, suas atitudes /BARBARIZANTAS/, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar /CONTENTA/

Nota minha: Prova evidente que a nossa língua que é a nossa pátria, continua como bêbada cambaleante, no imbróglio da discórdia do acordo ortográfico! Luz se faça! Oxalá! 



quarta-feira, 6 de julho de 2011

O reino da insensatez

VASCO GRAÇA MOURA

(Com a devida vénia de Santos Oliveira) 

Portugal vive em sério risco de bancarrota. A carga fiscal esmaga toda a gente. As pensões de reforma estão a ser gravemente afectadas. O Serviço Nacional de Saúde e a ADSE vão-se ressentir da crise em medida incalculável. O mesmo se diga do sistema de ensino e do funcionamento das escolas. O desemprego não pára de aumentar. O endividamento externo e as taxas de juro também não.
Todos os dias surgem novos problemas que parecem sem solução. É urgente dinamizar a economia, mas a inevitável palavra de ordem dos governantes é economizar o mais possível nas despesas do sector público e levar o sector privado a poupar o mais possível no tocante a hábitos de consumos incomportáveis...
Talvez já tenhamos todos perfeita consciência da série muito extensa e dramática de conflitualidades, de empobrecimentos, de custos, de asfixias financeiras, de apertos de cinto... Nada poderá ser como dantes e por muito tempo nem sequer se poderá viver numa mediania decente.
Nesse quadro de catástrofe anunciada, é preciso afirmar mais uma vez, alto e bom som, que esta não é a altura de aplicar em Portugal uma coisa obscena chamada Acordo Ortográfico!
Nem a economia, nem o desenvolvimento, nem a aprendizagem escolar, nem a qualificação, nem a formação profissional, nem o combate à crise, lucram seja o que for com ele. Pelo contrário.
Essa aplicação traria custos terríveis: as famílias teriam de gastar rios de dinheiro em novos livros, manuais, dicionários e outros materiais escolares; tanto professores como alunos sentiriam os maiores problemas de adaptação; os custos sociais, por exemplo, no tocante aos idosos e até a certos deficientes, seriam igualmente graves; os editores (e não apenas os do livro escolar) veriam os seus stocks inutilizados; quanto aos restantes custos económicos, o melhor é nem falar.
O desperdício seria chocante: iriam para o lixo milhões e milhões de páginas que servem perfeitamente para o ensino!
Eu penso mesmo que será de fazer chegar à troika, ou aos seus delegados que se deslocam regularmente a Portugal, um dossier demonstrativo desta situação escandalosa e perdulária.
Em 8 de Abril de 2009, a Comissão de Ética, Sociedade e Cultura da Assembleia da República aprovou por unanimidade o judicioso relatório de Feliciano Barreiras Duarte, mas dessa situação não foram tiradas consequências práticas, políticas, jurídicas ou pedagógicas.
Isto é tanto mais grave quanto é certo que o Acordo Ortográfico não se encontra em vigor. Só por aberrante raciocínio jurídico poderia aceitar-se o contrário, uma vez que o documento não foi ratificado nem por Angola nem por Moçambique, pelo menos. Logo não produz efeitos na ordem interna de nenhum dos oito países subscritores.
Não vale absolutamente nada um protocolo laboriosamente parturejado na CPLP, para forçar os países que não querem acordo nenhum a "engolirem" o dito, lá porque houve três ratificações.
Esse protocolo também não foi ratificado. E há onze anos que esses países mostram que não querem o acordo. Lembram-se de que, por cá, havia uns responsáveis da Cultura que há uns tempos andavam a anunciar triunfalmente a ratificação iminente dele por Angola e Moçambique? Era já para dali a meia dúzia de dias...
Em Portugal houve, da parte das instituições políticas, uma espécie de onanismo abortográfico, tão lamentável quanto apressado, que nos cobre de ridículo ante esses países. E eles estão a fazer mais pela defesa da nossa língua do que nós.
A "aplicação" do Acordo a que se vem assistindo em Portugal viola nada mais nada menos do que... o próprio Acordo, uma vez que se está a abrir a porta à divergência ortográfica ao abrigo do delirante princípio das facultatividades.
Foge-se à norma por aplicação absolutamente insensível e estúpida da base IV do documento: no Brasil nunca se escreveu aceção, perceção, deceção, receção, espetador, rutura, perentório... Basta consultar um qualquer dicionário brasileiro.
Em Portugal está-se a adoptar uma série deplorável de dislates e pelos vistos pretende-se que eles passem rapidamente para as escolas, acelerando a desaprendizagem da ortografia.
Toda esta trapalhada sem nome significa que é preciso pôr cobro a um crime contra a língua portuguesa.
E para além disso, numa altura em que se fala tanto em conter despesas, não suspender imediatamente a aplicação do Acordo Ortográfico seria consolidar duplamente o reino da insensatez!

terça-feira, 5 de julho de 2011

Impostos e inconsciência…

Pela má conduta do governo de José Pinto de Sousa, estamos a pagar uma pesadíssima factura em impostos, que foi necessário impor a todos os portugueses para assegurar o pagamento de uma dívida, em que não fomos tidos nem achados...

Pinto de Sousa que anda por aí gozando as delícias de umas férias, que não merece, que anda por aí em liberdade, em vez de estar preso e a ser julgado por crimes cometidos em funções governamentais, que lesou não só o País, como dez milhões e quinhentos mil nacionais, que mentiu afirmando que as finanças estavam em ordem, que não queria recorrer à caridade dos países, que afinal nos vieram "ajudar" com graves juros, imposições e desconsiderações a todos os títulos notáveis, anda por aí risonho, afirmando que "agora" só quer ser feliz...

 Vejam só, um indivíduo que pôs nas ruas da amargura um País inteiro, que tornou infelizes dez milhões, risonho, com aquele ar de incompetência que todos lhe reconhecem, "agora" só quer ser feliz... O homem não tem mesmo consciência dos erros gravíssimos que cometeu nas funções de primeiro-ministro.

 Um povo que lhe deu o ensejo para, pela segunda vez, se redimir de erros que nos primeiros quatro anos de governação cometeu, não só não o fez, como ainda piorou a situação financeira, a ponto de ser necessário pedir às organizações que a troika representou, uns largos biliões de Euros, para liquidar em três anos, o que o governo do partido socialista gastou, deliberadamente mal, em pouco mais de quatro. E com uma desfaçatez de fazer corar o criminoso mais odiado dos Estados Unidos, o célebre gangster da máfia calabresa, que para ali se mudou nos anos vinte do século passado.

O homem quer ser feliz à custa da infelicidade a que votou um povo, que em má hora o elegeu e ao seu partido, para governar este pobre país.

Todo o homem tem três caracteres: o que ele exibe, o que ele tem e o que pensa que tem, segundo A.Karr.

Pois é, penso que ele sempre exibiu o que verdadeiramente é: um poltrão, mentiroso, sem dignidade e sem carácter.

Por isso o seu ar risonho, indigno, em vez de um ar de arrependimento... São assim os loucos ou inconscientes...

José de Viseu