terça-feira, 5 de julho de 2011

Impostos e inconsciência…

Pela má conduta do governo de José Pinto de Sousa, estamos a pagar uma pesadíssima factura em impostos, que foi necessário impor a todos os portugueses para assegurar o pagamento de uma dívida, em que não fomos tidos nem achados...

Pinto de Sousa que anda por aí gozando as delícias de umas férias, que não merece, que anda por aí em liberdade, em vez de estar preso e a ser julgado por crimes cometidos em funções governamentais, que lesou não só o País, como dez milhões e quinhentos mil nacionais, que mentiu afirmando que as finanças estavam em ordem, que não queria recorrer à caridade dos países, que afinal nos vieram "ajudar" com graves juros, imposições e desconsiderações a todos os títulos notáveis, anda por aí risonho, afirmando que "agora" só quer ser feliz...

 Vejam só, um indivíduo que pôs nas ruas da amargura um País inteiro, que tornou infelizes dez milhões, risonho, com aquele ar de incompetência que todos lhe reconhecem, "agora" só quer ser feliz... O homem não tem mesmo consciência dos erros gravíssimos que cometeu nas funções de primeiro-ministro.

 Um povo que lhe deu o ensejo para, pela segunda vez, se redimir de erros que nos primeiros quatro anos de governação cometeu, não só não o fez, como ainda piorou a situação financeira, a ponto de ser necessário pedir às organizações que a troika representou, uns largos biliões de Euros, para liquidar em três anos, o que o governo do partido socialista gastou, deliberadamente mal, em pouco mais de quatro. E com uma desfaçatez de fazer corar o criminoso mais odiado dos Estados Unidos, o célebre gangster da máfia calabresa, que para ali se mudou nos anos vinte do século passado.

O homem quer ser feliz à custa da infelicidade a que votou um povo, que em má hora o elegeu e ao seu partido, para governar este pobre país.

Todo o homem tem três caracteres: o que ele exibe, o que ele tem e o que pensa que tem, segundo A.Karr.

Pois é, penso que ele sempre exibiu o que verdadeiramente é: um poltrão, mentiroso, sem dignidade e sem carácter.

Por isso o seu ar risonho, indigno, em vez de um ar de arrependimento... São assim os loucos ou inconscientes...

José de Viseu


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