quinta-feira, 2 de junho de 2011

À Margem das Eleições


No próximo Domingo, saber-se-á quem é o novo Primeiro-Ministro de Portugal. Pela forma como os três candidatos se perfilam na disputa ao terceiro mais alto posto da Nação, tenho preferência pelo jovem candidato do Partido Social Democrata, por razões que tenho interiorizado, na análise que faço, com a ponderação que se impõe, a um assunto do mais alto significado e no seriíssimo momento que o País atravessa. Pedro Passos Coelho é o mais jovem dos três candidatos. Nunca ocupou funções governativas, não tendo por isso quaisquer vícios nos meandros políticos que não o possam transformar num excelente governante sendo inteligente como é, estudioso da causa pública e que tem demonstrado que se trata de um homem dinâmico, competente, honrado e sobretudo de uma rara ponderação, exercício tão necessário para resolver os graves problemas deixados por um primeiro-ministro desleixado, incompetente, de uma vaidade sem limites, que não reconhece que está a mais na política portuguesa e que é uma autêntica negação para o cargo que tem ocupado, sem qualquer mérito. Esbanjador da riqueza nacional, que gastou sem pensar no dia de amanhã, mentiroso, inimigo número um, de um povo, que embora por uma maioria simples o elegeu, não soube tirar partido dessa confiança que os seus eleitores lhe concederam. Embora afirme em todos os comícios PS, que Passos Coelho não tem experiência para ocupar o cargo de primeiro-ministro, melhor seria que estivesse calado, pois a experiência que diz possuir, não o inibiu de levar o País à falência e de tornar Portugal aos olhos da Europa e do Mundo, como um país desgovernado, sem rumo e sem respeito pela Lei e pela ordem económica, pela Justiça e essencialmente de corruptos e pedófilos. Passos Coelho tem portanto à sua frente uma excelente ocasião de provar que é não só capaz, como ainda pode levar o País a ser respeitado e bem-vindo ao concerto das Nações. Tem pela frente uma espinhosa missão que levará a bom termo se, se rodear como se pensa, de homens capazes, patriotas, experimentados e competentes nas questões políticas e económicas e que trabalhem para o bem comum e que com o seu exemplo, façam trabalhar os portugueses que tão necessitados estão de bons exemplos, qualidades que os políticos que nos tem governado não têm, ou se têm, nunca o demonstraram.O candidato que se lhe segue, Paulo Portas, sendo um homem experiente e sobretudo conhecedor dos meandros políticos, pode ser um excelente auxiliar para o governo de Passos Coelho, se, se pensar numa coligação. De qualquer modo há que contar com a sua competência e amor ao seu País, de que é possuidor, para em conjunto com Passos Coelho transformarem Portugal num País respeitado e digno de figurar na Comunidade de Países, que compõem o mundo em que vivemos. É isso e por isso votarei PSD. Votarei para que o candidato que me oferece melhores garantias, seja o novo primeiro-ministro de Portugal. José de Viseu

3 comentários:

Desconfiado disse...

Cantas bem mas não me alegras.
Quando começa a governação são todos uns gajos porreiros. Mas no final são todos uns filhos da p...

Artur Sousa (Leiria) disse...

Quem será o “desconfiado” que não quer assinar em baixo!
Não pode ser o Filipe porque não vejo aquele toque à francesa na sua escrita.

Quem será, será, o incógnito?
Sempre bem-vindo, bem-vindo…
Logo não seja um protótipo.
Real, honesto, castiço e bem lindo…

Boas!

Piko disse...

O articulista já conhecido na nossa praça não esconde - e pode fazê-lo - as suas preferências político-partidárias para vir em substituição do Sócrates português... Acho que caracteriza a governação PS duma forma acertada mas muito incompleta, porque se esqueceu de falar no exército de desempregados, nas reformas que o mesmo governo andou a baixar e até nos abonos de família às criancinhas... Deplorável!
A determinada altura levanta as velhas questões da corrupção e da pedofilia, mas esqueceu-se que os partidos mais à direita também têm as mãos sujas em alguns desses processos... Ou seja, a saída que nos propõe para futura governação vai no mesmo sentido, aliás, já definida pela troika, que esses três partidos já assinaram de cruz... De nada serve vir agora dizer e afirmar que o futuro 1º ministro não está manchado pelas anteriores governações... E porquê? Porque de bons rapazes está o país cheio e as medidas que já assinou e que irá implementar a partir de Julho irão agravar ainda mais a vida de trabalhadores por conta de outrem e mais ainda dos desempregados... Assim, daqui a um ano o anterior mau da fita já terá sido esquecido, ressuscitando o velho ditado popular:-« Atrás de mim virá quem pior fará!...»
Ou seja, já era tempo de perceber que estes "bons rapazes" vão para o poleiro para tentar resolver da maneira mais conveniente os problemas dos senhores da massa e em tempos de vacas magras os do fundo da tabela vêem as suas vidas a piorar dia após dia...
Não tendo nada contra o senhor Viseu, parece-me, que desta vez veio defender o indefensável, portando-se até com uma exibição um pouco mais abaixo daquele guarda-redes que defendeu a baliza do Benfica e a quem chamavam Rodrigo!...
E ficamos por aqui! Oxalá seja eu a errar... E percebe-se porquê!... Se estiver errado é sinal de que o sofrimento foi menor e ficamos todos a saber que o Pikó, afinal, não percebe patavina do assunto e fala, fala...
Um abraço para a rapaziada!