quarta-feira, 11 de abril de 2012

«O BURACÃO» FARMACÊUTICO... será ASSIM!?

Vamos estar atentos e ver se é verdade... é uma grande mama...

PARA LER E PASSAR 

Esta é de bradar aos Céus! 
Será que há muitos "farmacêuticos" ligados ao Ministério da Saúde?
«O BURACÃO» (do jornal «O Médico») 
(alguém foi entrevistado por um jornalista, que disse o seguinte:) 
«- Há uma grande fraude que se está a passar nas farmácias. 
- Ai sim? Ora conte lá isso... 
- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmácia e lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, que depois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso às farmácias? 
- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade? 
- É... Agora é tudo com código de barras. E é aqui que está o problema... É aqui que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhor sabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não tem dinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médico lhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, em algumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer é que os medicamentos não aviados são na mesma processados como se o doente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está. O Estado paga. 
- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou os medicamentos? - Perguntei. 
- Tem. Mas assina sempre, quer o levante, quer não. Ou então não tem comparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita... 
- Continue, continue - Convidei. 
- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como também saberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezes substituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "não há... mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato". Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamento prescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora, como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelo menos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que no processamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. É só passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo mais caro...
Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato a denúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples demais. 
Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela. Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempre gente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a alguns farmacêuticos amigos a questionar... 
- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei.
- É! Sem funfuns nem gaitinhas. É só passar o código de barras e já está, responderam-me do outro lado da linha.
- E ninguém confere? - Insisti. 
- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar se ele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo, não têm como descobrir a marosca. E, ó Miguel, no estado a que as coisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidas administrativas dos preços dos edicamentos... Não me admiraria nada se viessem a descobrir que a fraude era em grande escala... 
E pronto... Aqui fica a denúncia, tal qual ma passaram...
Se for verdade... Acho que é desta que o Carmo e a Trindade caem mesmo! 

E NÃO É QUE JÁ ESTÁ EM CURSO E A VELOCIDADE DE CRUZEIRO? 

(Só faltava mais esta!?)

1 comentário:

Observador disse...

Pois é, com tanta ladroagem como é que o País aguentava? tinha que dar buraco, perdão buracão, e para remate quem paga? o Zé quem havia de ser, depois vêm os iluminados dizer que temos vivido acima das nossas posses, temos? quem?
Pobre País que tanto ladrão pariu.
Um abraço
Virgílio